Cá estou, diante da minha estante de livros, procurando pelo que ler. Ultimamente, tenho agido tal qual uma criança esfomeada que chega numa mesa de diferentes comidas e sai mordendo cada uma – sem terminar e nem se satisfazer. Nem esvazia o prato, nem enche a barriga, ou no meu caso, a cabeça. Há dentadas minhas nuns três ou quatro livros acumuladas nos últimos meses. Seria falta de compromisso? Talvez. Ou também poderia culpar o excesso de atividades que encurtaram meu temp