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O Livro da Vez

  • 28 de mai. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: 12 de abr.


Cá estou, diante da minha estante de livros, procurando pelo que ler. Ultimamente, tenho agido tal qual uma criança esfomeada que chega numa mesa de diferentes comidas e sai mordendo cada uma – sem terminar e nem se satisfazer. Nem esvazia o prato, nem enche a barriga, ou no meu caso, a cabeça.


Há dentadas minhas nuns três ou quatro livros acumuladas nos últimos meses. Seria falta de compromisso? Talvez. Ou também poderia culpar o excesso de atividades que encurtaram meu tempo dedicado a ler, espaçando tanto o momento de pegar novamente o livro, que quando o fazia, já tinha perdido o fio da meada e decidia simplesmente começar outro.


Ou, ainda, uma justificativa logística: As vezes, mudo meu lugar de leitura e ali deixo o livro. Quando novamente vou ler, em vez de busca-lo no canto anterior, escolho um novo. Aqui em casa, é comum achar livros por todos os lados.  


E por que não falar da gula? São tantas histórias boas... Quero-as todas de um vez só! É bem a cara da pirralha sem modos que há em mim. Mas, ora, isso não pode continuar. Preciso terminar o que começo, ter responsabilidade com meus projetos pessoais. Afinal, sou uma adulta. Tenho que escolher um livro e lê-lo até o fim. Está resolvido. Fechei os olhos e comecei “mamãe mandou...”

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