Fim de ano desperta na gente um ímpeto de recomeço. Sentimos vontade de mudança, ficamos mais questionadores, reflexivos. Eu não estou diferente disso. Mas minha inquietação é pontual. Até antiga, digo: Redes sociais. Faz tempo que me debato entre o desejo de dividir a minha arte e a cada vez maior sensação de desencaixe, desinteresse, superficialidade e perda de vida que me traz a experiência nessa sociedade virtual. Sinceramente, não quero estar ali. Tomando essa constataçã